terça-feira, 17 de janeiro de 2017

PARALELO JUNGUIANO E O REPSICON - RESGATE CONSCIENCIAL

Salvem, gente bacana.

Dentro dos estudos contínuos do trabalho junto ao REPSICON - Resgate Psicoenergético Consciencial, sempre estamos nos deparando com avaliações e considerações importantes para o discernimento e esclarecimento daqueles que buscam mais informes sobre as atividades terapêuticas e seus resultados e aplicações.

Consciência Livre


Neste pequeno esboço de estudo de Carl Gustav Jung, o psicanalista apresenta uma observação em nota em sua obra o "Liber Novus" onde ele constata importantemente sobre os Defeitos Psicológicos, qual seja:

"As figuras do inconsciente são também 'ininformadas' e têm necessidade do homem ou do contato com a consciência para adquirir o saber." (pp. 480, Nota 148).

Podemos fazer uma ilação aberta neste caso, para nos conduzir dentro do trabalho terápico de Resgate. Essas "figuras imaginárias" (aspas dele), em uma experiência de criação imaginativa, onde os personagens de Elias e Salomé o ajudam a passar ao segundo plano reaparecem 02 anos depois sem mudança alguma. Foi necessário que Jung explicasse que a vida de {Jung} mudou nesse período e eles não. (Meros personagens imaginativos!).
Jung compreendeu que eles afundaram em seu inconsciente (eis que uma criação de seu próprio diálogo mental projetivo) e "em si próprias" com se vida tivessem; e ficaram fora do tempo, anacronicamente sem contato com as coisas e desconheciam o que se passava no mundo da consciência, ou da physis.

Consciência Livre

Esse respectivo trecho nos conduz a configurar a análise de alguns fatos empíricos identificados ao longo desses anos de investigações e práticas com o Resgate e seus voluntários e posteriormente com os Consulentes e sua evolução desde então.

1º) Quando viajávamos além do tempo e do espaço, junto à memória celular da pessoa atendida, no curso da abertura dos Arquivos/Registros pretéritos, afim de recuperar uma parte nossa em um tempo existencial não atual, percebíamos a estagnação da "pessoa", entidade ou personalidade ainda naquele tempo, condição inconsciente ligada ao trauma que abria ou deixava a atuar o que designamos por Elemento Denso (diferente das "figuras do insconsciente"). A gama de sentimentos e emoções fixadas por força do impacto traumático e emocional faz com que a pessoa hoje continue recebendo sinais do inconsciente como um grito de socorro não entendimento primariamente pela pessoa acometida das marcas de seu passado.
Ela existe concomitantemente aqui e lá (outrora). E, naquele outro "tempo", aguarda o resultado ou um deslinde de sua condição para voltar à Essência primordial que liberta e purifica de todos os efeitos psicológicos inerentes daquela existência.
Consciência Livre

2º) A Consciência está onde a designamos, fazendo uso de conduzi-la com a Vontade.
Quando deslocamos a Consciência ao passado e encaixamos ela dentro de nosso "personagem" daquele período (o outro Eu), vivemos uma espécie de dualidade que dura até o querermos: a de hoje e a daquele instante.
Importava em períodos incipientes de Resgate, trazer então esclarecimentos (até mesmo verbais) àquela parte "perdida" de nossa própria constituição íntima, nossa parcela estagnada no tempo, de que as coisas mudaram e ele (a contraparte) estava perdida ali, ou no mínimo parada aguardando "algo" se resolver.
Ofertando a liberdade àquele personagem de antes, suas percepções transmutavam-se em conhecimento e discernimento oportunizando o Resgate da partícula essencial que soma virtudes à Consciência geral, de hoje, podendo inclusive fazer uso de ferramentas transmutadoras, como a Luz Violeta e o Perdão.

Consciência Livre

3º) O Elemento Denso - agregados psicológicos - precisa da energia do ser humano para se nutrir, manter-se vivo, e, mesmo que entorpecido ou entorpecedor, quer, de uma forma ou de outra, adquirir o saber para deixar o estado equivocado.
Eles mesmos se ajudam manifestando-se em nossa existência atuando egoicamente, ou orgulhosamente, até que nossas percepções se limpem e a Consciência os transmute.
Isso se dá - a manifestação - através de inquietudes ou, em casos mais severos, de incômodos.

Consciência Livre

Todavia, uma análise fragmentária e estritamente isolada ao Autor em questão, não consideram outros fatores e influências quem engarrafam a Consciência.

Um fraterno abraço e bons estudos.

  

domingo, 8 de janeiro de 2017

Codex Bezae e a Liberdade Consciencial

Salvem, gente bacana!

Buscando sempre enriquecer nosso conhecimento, que é uma chave importante de libertação consciencial, trazemos aqui uma máxima do apócrifo de Lucas, onde se transcreve:

"Homem, quando sabes realmente o que fazes, bem-aventurado és tu; mas se não, és amaldiçoado e um transgressor da lei." (Evangelho de Lucas - 6,5 do Codex Bezae). 
Consciência Livre

Em uma análise livre, podemos chegar à ilação de que quando a pessoa possui consciência das coisas, pode realizar os atos sem receios de cometer equívocos calcados em pecados ou em karma, eis que está plenamente ciente de ações e reações.
Todavia, ao passo em que não tem a "bem-aventurança" do saber, seria então "amaldiçoado" pelo peso da culpa firmada em emblemas sociais, familiares, espiritualistas que incutem à moral e à ética dos princípios viciados uma necessidade de punição, seja ela formal ou íntima.
Então, percebemos que mesmo nos antigos períodos da história da humanidade, encontram-se alertas e mais dicas para o despertar de nossa liberdade consciencial, muito embora muitos queiram ocultar tais permissões sob o pálido de entender que a ignorância é o melhor para o ser humano.

Sejamos felizes e façamos felicidades!


quarta-feira, 16 de novembro de 2016

VÍDEO: A PRÁTICA DA IMANTAÇÃO COM LUZ VIOLETA

Salvem, gente bacana.
O Consciência Livre, através de seu canal Reflexões, solta mais um vídeo onde apresenta uma orientação para as pessoas que precisam desesperadamente auxiliar alguém querido ou em grandes dificuldades e que não aceita a ajuda.
Essa prática de Imantação com a Luz Violeta é simples e eficiente, proporcionando a dissolução das energias densas que porventura estejam atormentando o indivíduo.
Tornamos pública diante das repetidas situações em que nos deparamos com casos de drogas, dificuldades em relações afetivas, trabalho, familiares, processos e outros tantos casos.
Essa prática além de ajudar, não interfere, apenas intercede no universo particular do outro.
Trazendo discernimento, entendimento e compreensão.
Portanto, são 10 minutos de boa informação.
Abraços fraternos.





terça-feira, 15 de novembro de 2016

 Salvem, gente bacana.
Na Super Lua Cheia desta época, reunimo-nos a convite do Xamã Jorival Modesto Bueno, junto à Chácara Beija-Flor, em Cambé, para práticas de meditação, cura e apreciação do fenômeno raro acobertados por uma fogueira acolhedora e um bom chimarrão.
Trabalho de Resgate junto de pessoas tão queridas até altas horas.
Gratos por poder estarmos presentes.

Consciência Livre

domingo, 30 de outubro de 2016

MAURO DO RONCADOR - ORIGENS.

Salve, gente bacana...

Aqui estamos partilhando com todos vocês, um pouco de nossa viagem junto à Serra do Roncador-MT, e mais que isso estamos divulgando a entrevista que Mauro Ferreira da Silva nos concedeu e oportunizando àqueles que nunca estiveram junto àquele espaço e àqueles que somente foram em busca dos passeios, uma visão diferente e dramática do que vem acontecendo naquele paraíso terrestre.
Não uma denúncia, mas sim um clamor à consciência das pessoas.
Queremos ainda partilhar um pouco da história captada através de seu face book (maurinho do roncador) para mostrar à todos a dura vida de um solitário Guardião.
Sabemos que em épocas de velocidade de textos o que se apresenta pode ser extenso, mas não queremos opcionalmente dividir o conteúdo do narrado aqui exatamente para não perder a força da sequência dividindo-o em várias postagens. Não temos interesse em nos promover com isso. Portanto, na íntegra:

"Nascido antes do tempo da Terra, aos 8 meses, em Barra do Garças, a 70km do Roncador, Mauro Ferreira da Silva (Maurinho), começaria sua maior trilha - a da vida - em 23 de setembro de 1964. Sua mãe, Isabel Ferreira da Silva, descendente da tribo indígena Gavião, e seu pai, Anailton Fernandes da Silva, tiveram 11 filhos, sendo Maurinho o sétimo. Dos filhos, dez eram do próprio casal e uma criança adotada. Ficou três anos no hospital onde nasceu, pois sua mãe ali trabalhava e não tinha como dar os cuidados de que ele necessitava em casa. Sua infância, na maior parte, foi no maciço da serra do Roncador.

Aos 16 anos, vivendo em Rondonópolis, fugiu de casa para, de novo, vir ao local de sua infância, saudoso do seu Roncador.

Seu caminho no mundo abrangeu várias geografias: Paraguai, Bolívia, onde dava aula de artesanato, Argentina, Goiás, São Paulo, Rondônia, Amazônia, até retornar ao Mato Grosso. Sabia que deveria ir a um lugar e pensou que seria a Amazônia, onde chegou a viver por alguns meses.

Voltando ao Roncador para se despedir dos parentes, encontrou a fazenda ao pé do bico do Roncador disponível para venda. Seu coração imediatamente despertou. "Esta terra não teria outro dono - seria sua e ele seria dela." Não tinha o valor todo para comprá-la e deixou com o proprietário tudo que tinha. Voltou ao norte do Mato Grosso e vendeu tudo para completar o valor. "Não se preocupar de onde vem, mas saber que vem"- este era o seu pensamento ao buscar os recursos. Em 19 de fevereiro de 1994, o proprietário aumentara o preço, mas o que ele pediu era exatamente o que Maurinho trazia no bolso.

Seis meses apos a compra da fazenda enfrentaria um novo desafio: uma penhora que o dono tinha sobre a mesma. “Calma, que tudo tem solução", pensava. Conheceu um advogado que defendeu seu direito à propriedade, embora tenha comentado: "Nunca vi banco devolver uma terra". Oito anos depois, o advogado lhe mostraria um cofre, dizendo que o abrisse e ali ele encontrou, surpreso e feliz, de volta a escritura da propriedade. O preço cobrado pelo advogado fora "passear pela região com sua família para desfrutar quando quisesse", não tendo havido nenhuma remuneração monetária. Como diz Maurinho, "tudo que eu tenho de mais valioso foi doado".

Quando comprou a terra, sua visão era constituir família e ali viver com algum negócio. No entanto, em seu coração, buscava ainda algo que não entendia o que era. Enquanto isso trabalhava na terra, com a alegria de subir e descer a serra, levando as pessoas para o "bico do Roncador".

Era 8 de agosto de 1994 e Maurinho intuiu que passaria por uma experiência da qual talvez não voltasse. Naquele dia, estava na estrada, quando uma roda de estepe de uma carreta se soltou e andou 23m vindo em sua direção, batendo forte em suas costas. Maurinho segurava um facão e, com a queda, cortou seu maxilar que se quebrou em 5 partes, quebrando ainda o braço, a bacia, atingindo a espinha dorsal. Com fraturas expostas no braço e perdendo muito sangue, ouviu o carreteiro dizer: "Este já morreu de hemorragia interna". Maurinho ouviu e imediatamente pensou: "Por isso que falam que quem morre de acidente, não se conforma. Eu quero meu corpo de volta". Era véspera de seu aniversário e, enquanto o levavam para o Pronto Socorro da Barra do Garças, pensava: "Só eu sei o que tem que ser feito no Roncador. Tenho que voltar." No Pronto Socorro, logo se deram conta de que não tinham recursos para tratá-lo e o levaram para Goiânia, onde os médicos constataram a gravidade do seu quadro, declarando que ficaria seis meses em uma cadeira de rodas, alimentando-se com um canudinho para restaurar seu maxilar. Somente depois de seis meses, apos avaliação medica, saberia se voltaria a andar.

Inconformado com este diagnóstico, Maurinho teve uma visão sobre o local onde pouco antes do acidente havia encontrado a nascente de um fio de água na rocha da serra, ao lado do qual corria uma resina. Na sua visão, apareciam duas formas humanas, uma mais nítida como a de um monge, e outra, mais difusa, que lhe passavam uma instrução: "Se você beber desta água, daqui 8 dias, você sai da cadeira de rodas e volta a andar." 

Tinham se passado 23 dias do acidente quando isso ocorreu. Fortemente ancorado em sua serra e na instrução recebida, chamou o seu pai e, com dificuldade em articular as palavras, pediu que fosse à serra, e buscasse um pouco da água que descobrira e o 'óleo da resina que sai da montanha, dando as orientações necessárias para achar o local. Em 22 de agosto, seu pai voltou com a água leitosa que ele tomou e aplicou em seus ferimentos. Em 1º de setembro, a 23 dias de seu aniversário, decidiu que era hora de andar. Sentiu os pés, e com esforço, levantou-se e andou até o batente da porta, assustando a família. Desta forma, sem o tempo que os médicos disseram, sem engessar nem enfrentar a cadeira de rodas, Maurinho se erguia novamente para voltar ao seu Roncador.

O acidente seria o primeiro de vários problemas que o levaram a perder o carro e outros bens, só lhe restando o querido Roncador. Uma noite, enfrentando várias dificuldades, adormeceu confiando na Providencia Divina. Meia noite daquele dia chegou um amigo de Goiânia, trazendo suprimentos. Era a lei da materialização, que diz que onde existindo a necessidade, manifesta-se o que é necessário. Maurinho começou a observar que conseguia as coisas sem nem saber como. Pensava: "O que está por trás disso tudo? Basta pedir que o universo atende." Verificava também que a lei do receber estava ligada à lei do dar. Seria assim que superaria aquela fase, resolvendo questões de energia, água, instalações, e outros itens.

Cada conquista passou a ser um dos vários "causos" que, com o coração, vai contando aos que por ali pousam e se alimentam da energia da Serra do Roncador.

Hoje Maurinho recebe pessoas e grupos de várias origens e crenças com o coração aberto. Irmãos que o ajudam a dar forma às trilhas que descobrem as geografias diferenciadas do Roncador, do qual ele também é parte."

Um fraterno abraço.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

MEU EU

Salve, gente bacana.
O Mestre Carl Gustav Jung, nos brinda com mais uma de suas considerações. Apreciem sem moderação.
 Consciência Livre
"Lamento ter de dizer-te uma verdade como esta. Sim, tu és ridiculamente melindroso, teimoso, rebelde, desconfiado, pessimista, covarde, desleal contigo mesmo, venenoso, vingativo: sobre teu orgulho infantil, tua ambição de poder, teu desejo de dominar, tua ambição ridícula, sede de glória quase não se pode falar sem sentir-se mal.
Fica mal para ti todo fingimento e presunção, mas abusas deles a pleno vapor.
Crês que é uma diversão e não antes um nojo viver contigo? Não, três vezes não! Mas eu prometo esticar-te no torniquete e tirar-te o couro aos poucos. Eu te darei oportunidade de mudar de pele.
Tu, exatamente tu, quiseste cortar o mesmo na casaca de outras pessoas?
Vem cá, vou costurar-te um remendo na pelo para que sintas como é bom.
Quere queixar-te de que os outros te fizeram injustiça, não te entenderam, te interpretaram mal, te ofenderam, te preteriram, não te deram o devido valor, te acusaram injustamente e o que mais? Vês nisso tua vaidade, tua vaidade eternamente ridícula?
Tu te queixas de que o tormento ainda não tenha chegado ao fim?
Digo-te que ele mal começou. Não tens paciência nem seriedade. Só onde se trata de tua diversão, elogias tua paciência. Prolongarei por isso ao dobro o tormento para que aprendas a ter paciência.
Achas a dor insuportável, mas existem coisas que doem mais ainda e podes causa-las a outros com a maior singeleza e te escusas como sendo desconhecimento.
Mas tu aprenderás a calar. Para tanto vou arrancar-te a língua com a qual zombaste, blasfemas-te e – pior ainda – enganaste. Quero especificar todas as tuas palavras injustas e blasfemas e costura-las a teu corpo para sentires como machucam as palavras más.
Admites que também achas divertido este tormento? Vou aumentar esta diversão até que vomites de prazer, para que saibas o que é ter diversão no tormento próprio.
Tu te revoltas contra mim? Vou apertar mais o torniquete. Vou esmigalhar os teus ossos até que não sobre resistência neles.
Pois eu vou me virar contigo – sim, eu preciso – cuida-te, diabo – tu és meu eu com o qual tenho de me arrastar até a sepultura. Pensas que eu quero carregar em torno de mim esse traste para o resto de minha vida? Se tu não fosses meu eu, há muito tempo já te teria feito em pedaços.

Mas estou condenado a arrastar-te através de um purgatório, para que te tornes algo mais aceitável."

Consciência Livre

Um fraterno abraço.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

A FORÇA ARCAICA

Salvem, gente bacana...

Recentemente, passeando pelo G+, encontramos  a postagem desta imagem abaixo:


Consciência Livre
Ela busca retratar artisticamente a atuação de um ente denominado de: Força Arcaica.
Mas, no desenho essa representação ilustra um tipo de criatura terrível que ataca um ser humano! Como se entende isso?
Para fazermos uma avaliação do que o artista sabiamente quis demonstrar precisamos nos recordar de que algumas forças no Planeta Terra não possuem necessariamente um corpo físico, mas possuem uma estrutura de energia que se retroalimenta de ectoplasma, ou também de energia vital que a humanidade expele para gerar e manter certos tipos de formas e condutas estranhas ou equivocadas.
Uma forma pensamento manipulada e mantida por muito tempo acaba gerando o que algumas correntes entendem por Tulpas, Efiges ou, no caso dessa Força Arcaica, de uma espécie de "ente" - que é diferente de Entidade.
A Força Arcaica, nada mais é do que uma estrutura de acúmulos muito antigos de pensamentos constante gerados pela humanidade em diversas partes do orbe e que se entende como muito adequada e perfeita para a manutenção da célula social, do viver bem em comunidades, com regras, normas e códigos formais.
Arcaico é exatamente "algo" que se reporta a uma fase ou fases pretéritas a períodos de estabilidades ou até mesmo de maturação de uma cultura, uma organização social.
Ocorre que os tempos contemporâneos nos premiam com situações modernas, atualizadas, avançadas, sejam no avanço tecnológico, seja no avanço educacional, seja no avanço da própria civilização em si, e, porquê não, no avanço da espiritualidade como um todo.
Esse "ente", tendo vida própria, tal como uma Egrégora, passa a agir dentro do universo mental da pessoa como uma prensa, uma morsa que esmaga, espreme e cobra dessa mesma pessoa (ou grupo de pessoas) condutas conservadoras, ultrapassadas,  tradicionalistas, obsoletas.
A Força Arcaica, não é necessariamente um Elemento de baixa frequência, ou Defeito Psicológico, todavia está bem mais próxima da uma Polaridade Conceitual, ou seja, um conceito cuja faixa de vibração frequencial, pode ser Negativo ou Positivo (sem a conotação de ruim ou bom).
Mas ainda assim, age como se vida própria tivesse, eis que a partir do instante em que o indivíduo se pega sendo coagido por essa Força Arcaica e decide se tornar livre dessa atuação, a mesma poderá "não gostar" desse gesto e tentar "forçar" sua manutenção no universo particular do mesmo ou do grupo em questão. 
Sendo o Arcaico tudo aquilo que é antigo, velho, ultrapassado, obsoleto, tudo o que é superado por uma nova coisa de cunho superior, não poderá existir por muito tempo. Queira ou não, mas sua força exige alimento e oprime o valoroso buscador de si a prender-se com correntes antigas e enferrujadas...
O conservadorismo, o tradicionalismo, busca sempre estar presente na mente do ser humano como um alerta, um aviso, um sinal de perigo para tudo o que é novo e diferente, não permitindo a ousadia do aventurar-se ao avanço, colocando a pessoa novamente em uma zona, não de conforto desta vez, mas de medo!
Confúcio já dizia que as pessoas devem se adaptar aos seus tempos, assim como o Conhecimento e a Sabedoria.
Isso não quer dizer que tenhamos que rejeitar nossas experiências do passado, apenas perceber que não devemos nos prender a elas como tábuas de salvação.
Consciência Livre

Um Toque de Sabedoria

Um Toque de Sabedoria