domingo, 19 de fevereiro de 2017

COMPLETANDO O VAZIO.

Salve, gente bacana.

Queremos trazer uma pequena colocação sobre a Homeopatia e sobre o REPSICON através desta rápida análise prática.

Um forma curiosa de se observar e traçar paralelos com atividades correlatas da saúde e as holoterapias é observarmos como é o funcionamento da Homeopatia.
Consciência Livre
Ela se alia à doença para completar o que falta.

Atentemos a isso, não deixemos escapar por pressa na leitura.
“Completar o que falta”. Certo?

Então, a Homeopatia – que faz uso exatamente do problema, como exemplo um veneno – para buscar a resposta para o tratamento, aumenta a frequência do mesmo veneno que causou o dano e ele passa a vibrar no plano de outra dimensão, hiperfísico, astral, energético, espiritual. O que importa é que nesse processo o veneno supera o corpo físico, a 3ª dimensão euclidiana que é mais densa.
Consciência Livre
Assim sendo, livre da matéria, onde o veneno atua com dano, ele se converte em remédio!
Dá ao paciente uma informação que falta (lembra lá em cima no começo?), tornando-o são.


O REPSICON – Resgate Psicoenergético Consciencial busca oportunizar a seus buscadores o mesmo objetivo: preencher uma lacuna, dar uma informação, completar um código, explicar uma história, ofertar uma causa para o efeito. A cada Resgate realizado um Arquivo é aberto e estudado do começo ao fim da existência da pessoa naquele contexto histórico em que viveu. Entendido isso, o coração compreende e, na etapa seguinte, a purificação se dá cabal e plenamente, completando com a virtude da Essência resgatada o espaço vazio que antes reinava na pessoa causando desconforto e um sentimento de inutilidade.
Consciência Livre

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O PERÍODO INTERMISSIVO E OS IMPLANTES LIMITANTES

Salve, gente bacana.

Objetivando sempre trazer material que nos auxilia no despertar consciencial de forma livre e desobstruída, é que divulgamos o vídeo abaixo de uma Sessão de Terapia Repsicon, onde o tema abordado em gabinete foi O PERÍODO INTERMISSIVO e os IMPLANTES.
Uma visão solta e detalhada do que ocorre com as pessoas no pósdesencarne e no pré-encarnatório, crenças limitantes, conceitos que abrem espaço para que implantes mentais, filosóficos, espiritualistas, kármicos sejam incutidos na memória e que faz agir e ter condutas não genuínas.
Liberdade Consciencial agora e já!
Desperta Consciência!
Sejamos felizes e façamos felicidades.
Bom proveito a todos.



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

DIVULGANDO - A SEMENTE! A MAGIA DO SIMPLES.


Yoskhaz
A SEMENTE
Eu caminhava pelas montanhas do Arizona ao lado de Canção Estrelada, o xamã que tinha o dom de usar a música para perpetuar a sabedoria do seu povo, quando paramos em um pequeno platô com uma vista encantadora. Ele estendeu o seu manto colorido no chão, acendeu o inconfundível cachimbo com fornilho de pedra vermelha e me pediu para preparar uma fogueira. Depois ritmou com o seu tambor de duas faces uma sentida cantiga ancestral na qual pedia proteção para nunca abandonar ‘o lado ensolarado da estrada’. Ficamos um tempo que não sei precisar sem dizer palavra, como viajantes no mundo das ideias, até que o xamã rompeu o silêncio: “Há muitos elementos na natureza que considero sagrados pelo simbolismo que representam. O nascer do sol pela importância da luz em nossas vidas; o voo da águia por me ensinar a ver todas as coisas do alto; as estrelas para lembrar que existem outros mundos além deste; a mudança das estações pela lição da renovação dos ciclos; a borboleta para me lembrar que a lagarta pode ter asas; o rio para não me deixar esquecer que todas as águas um dia chegam ao mar. No entanto, nada me encanta tanto quanto a semente”. Deu uma baforada e prosseguiu: “Enfim, há lições por todos os lados. O sagrado está misturado ao mundano a espera de ser revelado”. Quando eu iria interromper para perguntar sobre a semente, a conversa mudou de curso. Ele falou: “Assim como a magia aguarda o momento do feiticeiro”.
Comentei que tinha certa dificuldade de entender o que era essa magia, tão celebrada por magos e xamãs. Revelei que na cultura na qual fui criado tal poder era tido, pela maioria, como lenda oriunda de antigas crenças ou histórias de ficção. Confessei, ainda, que, como todos, sempre desejei possuir tamanho poder. Canção Estrelada fechou os olhos, como fazia todas as vezes em que sabia que a conversa seria longa e explicou com a sua voz rouca: “Esse poder está ao alcance de qualquer um, somos todos filhos do Criador, sem qualquer distinção ou privilégio. O poder é de todos, basta aprender a usar”. Deu uma pausa e disse: “Magia é alteração de um estado de realidade. Preste atenção como há situações, pessoas e lugares que nos deixam nervosos, agressivos ou tristes; outras que nos trazem a sensação de calma, leveza e alegria. Não é assim”? Balancei a cabeça em concordância. Ele continuou: “Esse é um tipo muito usual de magia. A palavra, por exemplo, pode espalhar a discórdia ou semear a paz. Isto nos torna feiticeiros pelo poder de modificar o ambiente. Então, quando essa mudança nos ilumina e acolhe, se torna sagrada. Definir o sentimento que nos move influencia a palavra e determina a magia, sutil ou densa, acelerada ou lenta, que nos envolverá”. Deu uma pausa e concluiu: “Portanto, preste muita atenção todas as vezes em que abrir a boca: as suas palavras envolvem o poder da transformação e, por consequência, definem que tipo de feiticeiro você é”.
“No universo tudo é fusão e expansão”, falou. Ao perceber uma grande interrogação em minhas feições, Canção Estrelada se adiantou em explicar: “Tudo que acontece no universo se repete em nós. Como todos somos um, as leis que regem as estrelas também se aplicam a mim e a você”. Falei que não tinha entendido e ele explicou com paciência: “Por exemplo, as estrelas magnetizam as energias que as rondam, ganham força e, em agradecimento, retribuem em brilho de diversas potências. Por sua vez, das energias que nos envolvem, atraímos aquelas com que temos afinidade, metabolizamos e, em seguida, a depender do nível de consciência e capacidade amorosa, compartilhamos em luz ou sombras”.
Em sombras? Estranhei. O xamã foi categórico: “Cada qual oferece o que pode”. Interrompi para saber como eu seria capaz de determinar as energias que me imantam e refletir apenas luz. Canção Estrelada arqueou os lábios em sorriso sutil e disse: “Através das suas escolhas, apenas elas têm tamanho poder. Há estrelas que conseguem iluminar e manter a vida de toda uma galáxia. Outras são buracos negros que sugam tudo à sua volta”.
O xamã deu uma baforada no cachimbo e disse: “Você não pode esquecer que a luz, em resumo, é a coesão de muitas virtudes que não existem isoladamente. Por exemplo, a sabedoria precisa do amor para que fique a serviço do bem; o amor necessita da sabedoria para se espraiar, em toda a sua amplitude, com inteligência e justiça. A coragem se faz indispensável na superação da inércia e dificuldades no intuito de que o amor-sabedoria não seja apenas contemplativo. Por fim, o bem precisa ser experimentado até restar fundido à alma. Ao iluminar a si mesmo você cumpre a função de trazer a luz ao mundo no reflexo das suas escolhas”. Olhou no fundo dos meus olhos e disse: “Os melhores feiticeiros são aqueles que se concentram na magia de transformar a si próprio”. Comentei que me parecia egoísmo. Canção Estrelada sacudiu a cabeça e disse: “Não, ao contrário, eles sabem que apenas assim, com o aprimoramento do próprio jeito de ser, conseguirão iluminar os passos de toda a gente. Estes verdadeiros magos, aos poucos, em gestos humildes, alteram toda a realidade à sua volta em ondas que se propagam até os confins do universo”.
“Todo feiticeiro entende a importância do cerimonial mágico, que na verdade é todo e qualquer ritual de transformação do ser. Muitos se perdem na fantasia das cerimônias secretas em noites de lua cheia, ao redor de grandes fogueiras na invocação de espíritos poderosos. Sim, estes rituais existem e têm o seu valor. No entanto, igualmente poderosos são os pequenos e quase imperceptíveis cerimoniais do cotidiano em que, não raro, desperdiçamos a oportunidade para semear a melhor magia: um abraço apertado na hora da agonia, um sorriso sincero para apagar a incerteza, uma gentileza fácil na hora difícil, uma delicadeza em momento conflituoso, uma palavra de esperança diante da dor, o perdão verdadeiro, o pacificar de uma briga, uma escolha por amor. Enfim, tudo aquilo que seja capaz de manter em si a chama forte da luz e, se possível, alterar o ânimo de outra pessoa. Isto servirá de alavanca para que ambos possam expandir a mente e fortalecer o coração. Então, ocorre a transformação pessoal. Não se engane, isso é magia pura”. Deu uma pausa e concluiu: “São alguns exemplos simples que apenas os melhores feiticeiros aproveitam para modificar a realidade”.
O silêncio tornou a imperar. Fiquei um tempo que não sei dizer pensando na simplicidade do poder e da magia, ao alcance de qualquer um, enquanto muitos, na busca pelo entendimento alquímico da vida, aquele que transforma o chumbo da sombra no ouro da luz, se perdem por não descortinarem as névoas da ilusão. Foi quando lembrei que Canção Estrelada tinha dito, no início daquela conversa, que para ele nada era mais emblemático do que a semente. Questionado, o xamã apanhou no chão uma pequena semente de um enorme carvalho, que, impávido ao nosso lado, parecia abençoar a lição. O xamã explicou: “Repare o minúsculo tamanho dessa semente se comparado à grandeza da árvore e veja como os formatos se modificam durante o processo de transformação. Imagine a semente de uma maçã e lembre das formas, cores e sabor da fruta; faça o mesmo com o perfume e a beleza das flores. Consegue entender o poder da luz em você”? Apontou o secular carvalho com o tronco que parecia uma pilastra, depois mostrou a frágil semente e disse: “A árvore mais alta, a fruta mais doce ou a mais bela flor nada mais são do que uma minúscula semente que se permitiu as devidas transformações. Assim é com luz que nos habita. Como filhos do Criador, trazemos a Sua semente no âmago. Em essência, somos luz”.
“Uma semente de luz nunca se perde. Ela pode demorar milênios para germinar, mas o seu verdadeiro destino será, inexoravelmente, o da árvore que arrefece o calor dos dias, da flor que enfeita e perfuma a vida, da fruta que alimenta a humanidade”.
Canção Estrelada pitou o cachimbo e observou a fumaça dançar diante dos nossos olhos. Arqueou os lábios em leve sorriso e finalizou: “A luz que se manifesta em você através das infinitas transformações define o tamanho das suas asas, a altura do seu voo e a distância da sua viagem. É a única bagagem que poderá levar em sua sacola sagrada, o coração”.
“Permitir que a semente de luz cumpra todo o ciclo de árvore, flor, fruto e, de novo, semente é a magia mais importante que cabe a todo e qualquer feiticeiro”.
Outros textos do autor em www.yoskhaz.com
Este texto está disponível em áudio/podcast no site do autorhttp://yoskhaz.com/pt/2016/09/29/a-semente/

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

SONHOS LÚCIDOS E PROJEÇÃO ASTRAL

Salve, gente bacana.

Estamos liberando mais um vídeo informativo que aborda uma dica para ter sonhos lúcidos e outra para projeção da consciência (astral).

Bom proveito.

Seja feliz e faça felicidades.



domingo, 29 de janeiro de 2017

PERSONALIDADE OU ENTIDADE?

Salve, gente bacana!

Algumas pessoas dentro de suas particulares necessidades ou iniciantes em estudos metafísicos, frequentadores de grupos ou centros exotéricos, espiritualistas, acabam se confundindo sobre a atuação da Personalidade e/ou de Entidade.

Por isso, achamos muito conveniente apresentar a seguinte explanação que se segue, especialmente no que concerne ao trabalho e a resposta satisfatória que se consegue com o Repsicon.

Consciência Livre


A Personalidade NÃO é uma Entidade.

A Personalidade não tem o poder para ir e vir e fazer; é uma dose de energia e Consciência separada do psíquico atual. Possui sim, impulsos. Impulsos esses que reagem por automaticidade a partir do instante em que são colocados durante o cotidiano com situações que a memória celular identifica como circunstâncias já vividas preteritamente. Essas reações podem ser defensivas, tristes, nervosas, animadoras, qualquer tipo de emoção ou sentimento que implica em perda momentânea do si mesmo ou que gere fascinação, que por sua vez, sim, pode favorecer a atuação de uma Entidade oportunista.

Consciência Livre

Uma Personalidade pode permanecer por anos latente dentro da pessoa e somente ser acionada em determinado período desta existência em que se recorre (repete) algum ato antigo, comumente conhecido pela terminologia designada por “recorrência”.

A Personalidade é mais fácil de ser compreendida como o acúmulo de perfis, características adquiridas ao longo da existência, seja vinda do material genético, de filmes, pessoas que nos inspiram...

Consciência Livre

Em um Resgate, a Personalidade pode ser vista no período histórico em que está sendo recuperada para a purificação dos traumas e assim sendo, confundida com uma Entidade – espírito – pelos inadvertidos ou fixados em determinados conceitos espiritualistas ou dogmáticos que limitam a intuição ou o discernimento o que não é proveitoso no cenário do Resgate, pois tratar uma Personalidade como uma Entidade é um engano. A Entidade está separada da pessoa ao passo que a Personalidade se agrega à pessoa. Ambas não pertencem ao universo particular do indivíduo, mas no caso da Personalidade, acaba sendo assimilada como sendo. Todas podem se ligar energeticamente, mas não pertencem à pessoa. Podemos fazer grosseiramente um paralelo com parasitas.

Consciência Livre

A Personalidade pode ser inclusive objeto de realização pessoal no que concerne ao próprio Planejamento Monádico, ou seja, retorna-se à Terra, em um novo processo encarnatório, para purificar o Registro de uma determinada existência a fim de aliviar a marca que essa mesma experiência gerou vibracionalmente na pessoa. A energia particular da pessoa acaba se dividindo e a pessoa oferece sem perceber parte desse manancial energético para alimentar uma Consciência que se torna confusa a qual liga a pessoa do “hoje” com a do “ontem” gerando conflitos.

Consciência Livre

Algumas pessoas se deparam com situações identificadas como autossabotagem, e, em alguns casos essa Personalidade de existência passada pode ter uma grande influência nesse sentido, ao não aceitar as atividades ou novas condutas libertadoras, sejam profissionais ou afetivas; interferem como um gatilho emocional, psicológico o que obstrui a Consciência. Ter acesso a essas informações auxilia em muito o despertar libertador de tais influências e a readquirir a posse de mais uma fração essencial da Consciência.

Algumas psicoses ou até mesmo esquizofrenia podem ser associadas a casos de Personalidades fortes (sim, mais de uma).

Consciência Livre

A pessoa acaba se afeiçoando à Personalidade por conta exata de gostar de certos atos, perfis, condutas e isso inibe o encontro com a própria identidade pessoal.
Exemplo disso é quando sonhamos ou nos projetamos parcialmente conscientes em astral – projeção da Consciência – e acabamos nos permitindo ser “livres” dentro dessas vivências onde nos soltamos e nos sentimos confortáveis, sem os grilhões sociais e morais que nos prendem atualmente. Ao voltarmos para a Personalidade “atual” – muitas vezes em fase de construção ou desconstrução – sentimo-nos frustrados, decepcionados e a autossabotagem inconsciente surge.
Essa mesma pessoa pode sofrer influências diretas da Personalidade, tomando as rédeas da pessoa do hoje, mas isso não caracteriza uma possessão.

Se houvesse um período intermissivo longo o bastante entre um reencarne e outro, a Personalidade não teria energia que a nutrisse para seguir existindo. Algumas Personalidades são tão fortes que levam quase 300 anos para serem desintegradas. Por tanto, algumas crenças que nutrem rituais e cultos às Personalidades de pessoas falecidas, acabam gerando ectoplasma suficiente para mantê-las existindo.

Consciência Livre

Algumas pessoas nesse instante crucial temem seguir adiante por não saberem quem são realmente ao se depararem com a realidade de se voltarem livres dessas atuações artificiais.


O Resgate Psicoenergético Consciencial previne as Recorrências ao passo em que voluntariamente a pessoa se ocupa de investigar suas existências passadas recuperando sua fração de Essência e evitando viver cenários desnecessários e repetidos, traumáticos ou poéticos, culminando em perda de energia consciencial voltada ao próprio desenvolvimento particular e, por reflexo, a todos os que nos cercam.


sábado, 28 de janeiro de 2017

FILOSOFANDO A TRANSIÇÃO

Filosofando...

Salve, gente bacana...
Sempre que podemos estamos abertos a conversas que nos instigam a pensar e a remexer dentro de nossos mais profundos rincões internos que nos conduzem a perceber situações e condições que transcendem a simples imagem que por si só já diz muito.
Nesse sentido, trocando ideias sobre a seguinte frase:

"Aquilo em que você acredita, você pode perceber. E aquilo que você pode perceber, você pode acreditar..." (Autor não identificado).

Voltamos nossa atenção para a imagem abaixo:
Consciência Livre
A proposta de diálogo era interpretar a mesma frase somando-a à imagem acima que apresenta uma espécie de truque ótico ou ainda uma mensagem subliminar.
E é nesse âmbito que nossas percepções se expandem e nossa assinante do Blog interage apresentando a seguinte interpretação:

“As crianças, de fato, estão inseridas em um mundo inocente, puro e livre para criarem o que quiserem. A menina, está totalmente imersa no mundo da criação e, apesar de ser uma criança, seu semblante é sério e focado. Já o menino apresenta-se em um nível acima nesse processo criativo. Observa-se que é ele quem acaba ajudando a menina a fazer a transição do mundo da criação para o mundo real. Ela empilha os bloquinhos no mundo mental criando seus prédios e ao mesmo tempo fornece os bloquinhos para que o menino crie estes mesmos prédios no mundo real, porém adulto...”.

A interpretação psicológica e a leitura vai mais além, ao considerarmos que essa espécie de transição do mundo das ideias para a phisys se dá pela força Yang, e não pela manifestação Yin, ou seja, o masculino é quem leva do imaterial (ou outro plano, ou dimensão) para o material . Não se pode vislumbrar o rosto do jovem, como ocorre com a seriedade da menina, mas o fato dele se valer de uma árvore e se arriscar em um equilíbrio aéreo nos oferece quase que ludicamente a transição da Era de Peixes para a Era de Aquário, onde o Homem começa a receber as influências de seu feminino interno – ou retomar seu lado criança, puro, natural. E a menina, apresentando uma tenacidade focada na seriedade de, nada mais, nada menos, que um jogo, um brinquedo nos mostra que o feminino é forte e não simplesmente uma manifestação - o que em hipótese alguma faz com que ela perca sua presença e identidade mulher.

Brinda-nos a conclusão – sempre aberta a novas interpretações – que o mundo adulto está sempre aberto aos truques de nossa infância adorável, que somente troca de corpo: pequeno para um maduro -, mas que em sua essência a necessidade de ser livre para criar, construir, nasce de nossa criança interior.

No mais, ilações à parte, agradecemos ao saudável e sempre amistoso bate papo.


Um fraterno abraço.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

JUNG E O MEDO

Salvem, gente bacana...

Em outro aprofundamento trazemos a abordagem psicanalítica junguiana sobre o Medo, em uma espécie de diálogo, infere ele que o Medo é uma fuga confortável das cruezas da vida externa onde reina a dita humanidade.
Consciência Livre

“E tu concordas que eu te lance na prisão?”



“Naturalmente, lá tenho sossego e posso recolher-me. Teu mundo humano me torna ébria – tanto sangue humano – eu poderia embriagar-me dele até o delírio. Portas de ferro, paredes de pedra, escuridão fria e comida quaresmal – isto é o delírio da rendenção!”

Ter esse tipo de medo (fuga) nos conduz a justificativas diversas e variadas para tratar e argumentar com nossos impulsos defensivos que nos esconder do mundo "real", do mundo da forma seria a grande alternativa.
Desviar dos percalços que nos assolam e acomete o mais profundo terror que a própria mente em si não consegue entender com sua lógica racional parece o caminho mais simples e óbvio para quem vive dia a dia com o Medo em suas miríades de variantes e cenários.
Consciência Livre
TODOS temos medo de algo ou alguma coisa, seja na fisicalidade ou da própria espiritualidade onde os castigos incutidos em nossa formação nos conduzem a uma ética e moral calcados no pânico de um castigo divinal.
A própria morte em si nos causa medo e desconforto, pelo simples fato de que o jaleco da ciência ainda não conseguiu provar a sequência da vida - e, se segue, qual a qualidade da mesma.
A dúvida, move o medo.
Por via das dúvidas, melhor desviar.
Consciência Livre

Um Toque de Sabedoria

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